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Os nossos hotéis favoritos em Malta


Day's Inn Hotel em 75/76, Cathedral Street, Sliema, SLM1524, Malta Day's Inn Hotel
75/76, Cathedral Street, Sliema
Comentários: 8.00. A partir de EUR 24.30


Hotel Fortina em Tigne Seafront, Sliema (malta), SLM 3012, Malta Hotel Fortina
Tigne Seafront, Sliema (malta)
Comentários: 7.70. A partir de EUR 40.00


Soreda Hotel em Andrew Cunningham Street, Qawra, St.paul's Bay, SPB 1746, Malta Soreda Hotel
Andrew Cunningham Street, Qawra, St.paul's Bay
Comentários: 7.17. A partir de EUR 20.50


Plaza Regency Hotels em 251 Tower Road, Sliema, SLM 05, Malta Plaza Regency Hotels
251 Tower Road, Sliema
Comentários: 6.85. A partir de EUR 24.00


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Hoteis Malta - Sobre Malta


Malta passou a fazer parte da União Europeia a partir de 2004. Malta está habitada desde cerca de 5200 a.C., durante o Neolítico (Ġgantija, Mnajdra). Os primeiros achados arqueológicos datam aproximadamente de 3800 a.C. Existiu nas ilhas uma civilização pré-histórica significativa antes da chegada dos fenícios, que batizaram a ilha principal de Malat, o que significa refúgio seguro. Os agricultores neolíticos viveram sobretudo em cavernas e produziram uma cerâmica similar à encontrada na Sicília. Entre 2400 e 2000 a.C., desenvolveu-se um elaborado culto aos mortos, possivelmente influenciado pelas culturas das ilhas Cíclades e de Micenas (idade do bronze). Essa cultura foi destruída por uma invasão, provavelmente vinda do sul da Itália. Por volta do ano 1000 a.C., as ilhas eram uma colônia fenícia. Em 736 a.C., foram ocupadas pelos gregos e posteriormente passaram a ser domínio dos cartagineses (400 a.C.) e depois dos romanos (218 a.C.), quando recebeu o nome Melita. Segundo o livro dos Atos dos Apóstolos, no ano 60 da era cristã, São Paulo naufragou e chegou à costa maltesa, onde promoveu a conversão de seus habitantes. A partir desta data, os malteses aderiram ao Cristianismo e permanecem-lhe fiéis até hoje. Com a divisão do Império Romano em 395 d.C., a zona leste da ilha foi cedida ao domínio de Constantinopla (Império do Oriente). O Império Bizantino controlou-a até 870, quando foi conquistada pelos árabes muçulmanos, que influenciaram seu idioma e cultura. Após a conquista árabe, Malta foi convertida ao islamismo. A influência árabe pode ser encontrada na moderna língua maltesa, uma língua fortemente romanizada que originalmente deriva do árabe vernacular. Em 1090, o conde Rogério (ou Roger) da Sicília conquistou Malta e submeteu-a às suas leis até ao século XVI. Foi nesta época que foi criada a nobreza maltesa. Esta ainda permanece hoje em dia, e há 32 títulos que ainda são usados, sendo o mais antigo: Barões de Djar il Bniet e Buqana. Após a conquista pelos normandos da Sicília, Malta voltou a ser cristã. Depois de ser anexada ao reino da Sicília, Malta foi recuperada por forças muçulmanas. Em 1245, Federico II de Hohenstaufen expulsou os árabes e em 1266 as ilhas, junto com a Sicília, passaram ao domínio de Carlos I de Anjou, que as cedeu em 1283 a Pedro III de Aragão. Caindo em mãos dos reinos espanhóis de Aragão e Castela, foi submetida então à Espanha. Em 1518, sob o império de Carlos V, foi concedida aos cavaleiros de Rodes. Em 1530, as ilhas foram cedidas pela Espanha à Ordem Hospitalar de São João de Jerusalém - uma ordem religiosa e militar pertencente à Igreja Católica -, que tinham sido expulsos de Rodes pelo Império Otomano. Esta ordem monástica militante, hoje conhecida como "Ordem de Malta", foi sitiada pelos turcos otomanos em 1565, após o que acrescentaram as fortificações, especialmente na nova cidade de Valetta. Os Cavaleiros de São João de Jerusalém governaram as ilhas até o século XIX. Em 1798, Napoleão Bonaparte invadiu e tomou Malta. A Grã-Bretanha aí se instalou desde 1800, a partir da rendição do comandante francês, general Claude-Henri Belgrand de Vaubois. Dentre os interventores que contribuíram para o domínio britânico destaca-se Sir Alexander Ball, que veio a se tornar o primeiro governador inglês de Malta. Em 1814, como parte do Tratado de Paris, Malta tornou-se oficialmente parte do Império Britânico como colônia e passou a ser usada como porto de escala e quartel-geral da frota até meados da década de 1930. Malta desempenhou um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial devido à sua proximidade às linhas de navegação do Eixo e a coragem do seu povo, que resistiu ao assédio de alemães e italianos, levou à atribuição da George Cross, que hoje pode ser vista na bandeira do país. O arquipélago passou a ser autonomamente governado em 1947. Em 1955 Dom Mintoff (Dominic Mintoff), líder do Partido Trabalhista de Malta (PTM), tornou-se no primeiro-ministro. Em 1956 o PTM propôs uma nova integração no Reino Unido, proposta que viria a ser aceite em referendo, mas com a oposição do Partido Conservador, liderado por Giorgio Borg Olivier. Em 1959 revogaram a autonomia, mas voltaram a restaurá-la em 1962. Em 21 de Setembro de 1964, Malta se tornou totalmente independente e se converteu em membro das Nações Unidas. A altura, aderiu à Commonwealth e celebrou uma aliança com o Reino Unido de ajuda económica e militar. Segundo a constituição de 1964, Malta manteve como soberano a rainha Elizabeth II, e um governador-geral exercia autoridade executiva em seu nome. De 1964 a 1971 Malta foi governada pelo Partido Nacionalista. Adotou, em 13 de Dezembro de 1974, o regime republicano dentro da Commonwealth, com o presidente como chefe de estado. Embora Malta seja inteiramente independente desde 1964, os serviços britânicos permaneceram no país e mantiveram um controle total sobre os portos, aeroporto, correios, rádio e televisão. Em 1979, Malta rompeu a aliança com o Reino Unido e os britânicos evacuaram sua base militar, pondo fim a 179 anos de presença na ilha. Isso aconteceu depois de o governo britânico se ter recusado a pagar uma renda mais elevada, o que era pretendido pelo governo maltês do tempo (trabalhista), para permitir que as forças britânicas permanecessem no país. O primeiro-ministro era, então, Dominic Mintoff. Malta ficou nesse momento livre de bases militares estrangeiras pela primeira vez na história. Este acontecimento é hoje celebrado como o Dia da Liberdade. Em 1971, o Partido Trabalhista regressou ao Poder, mas com uma maioria reduzida sendo Dominic Mintoff o primeiro-ministro. Desenvolveu uma política de amizade com a China e com a Líbia. A década de 1970 caracterizou-se pelo enfraquecimento das relações com o Ocidente e pela aproximação com os regimes comunistas. Em 1984 Mintoff retirou-se e foi substituído por Mifsud Bonnici, novo líder do seu partido. A política de aproximação com os regimes comunistas sofreu mudança substancial em 1985, com o estabelecimento de um acordo com a Comunidade Econômica Européia. Em 1987, o Partido Nacionalista, mais voltado para o Ocidente e com uma política de aproximação à União Europeia, venceu as eleições para a Câmara de Representantes, pondo fim a 16 anos de domínio do Partido Trabalhista. Edward Fenech Adami foi eleito primeiro-ministro. Em Dezembro de 1989, Malta foi o local escolhido para um encontro entre o presidente dos Estados Unidos, George Bush, e o presidente da ex-União Soviética, Mikhail Gorbachev. Em Outubro de 1990, o país solicitou formalmente a adesão à União Europeia. Nas eleições de 1992, os nacionalistas derrotaram novamente seus opositores. A política governamental continuou a ser de liberalização, e foram realizadas diversas reformas de ordem económica, com vistas a tornar o país um membro da União Europeia. Divergências de fundo entre o Partido Nacionalista, no poder desde 1987, e o Partido Trabalhista quanto à adesão de Malta à União Europeia conduzem a eleições anticipadas em 1996, o Partido Trabalhista de Alfred Sant ganhou as eleições. Após entrar em funções o novo governo anuncia que Malta deixava ser candidata à adesão. Em 1998 ocorrem novas eleições em que o Partido Nacionalista e o seu líder Edward Fenech Adami obtém uma grande vitória e retomam o caminho europeu, que tornou Malta no dia 1 de Maio de 2004 membro da União Europeia. Malta tem um clima mediterrâneo, com invernos amenos (temperatura média de janeiro +12 °C), verões quentes e secos (temperatura média de agosto +26 °C), e chuvas de 510 mm em média. Cerca de 40% da terra é cultivada, principalmente com trigo, batata, tomate e vinhas. O turismo é uma das principais fontes de renda. Maquinaria, bebidas, tabaco, flores, vinhos, artigos de couro e batatas representam as principais exportações. A população de Malta está estimada em 419 285 pessoas (est. 2008) onde 94% de seus habitantes residem nas áreas urbanas. Etnicamente, 95% são naturais de Malta e os restantes são ingleses ou descendentes de italianos, além de alguns italianos e espanhóis. Malta é um dos países com maior densidade populacional do mundo, e o maior dentre os países da União Europeia, com cerca de 1 265 habitantes por quilómetro quadrado. As línguas oficiais são o inglês e o maltês. Os malteses são, em sua maioria, católicos. A influência da Igreja é forte. É um dos dois países que proíbem o divórcio (o outro é Filipinas) e um dos outros que não permitem o aborto. São Jorge Preca, presbítero maltês, foi o fundador da Sociedade da Doutrina Cristã, para o apostolado catequético, beatificado em 9 de maio de 2001 por João Paulo II (papa daquela época) e canonizado por Bento XVI na Praça de São Pedro. Suas línguas oficiai são o maltês e o inglês, mas dois terços de sua população são capazes de entender o italiano, que foi o idioma do país até 1934, quando tinha uma grande extensão no passado e diminuiu devido à influência britânica. Sua política oficial ainda adversa o italiano. Desde os anos 60, malta recebeu a televisão italiana, onde a língua trouxe consigo um "reaparecimento". os festivais locais, similares aos do sul da Itália, são comuns, celebrando festas, batismos e dias homenageando santos. O sistema unicameral está representado em uma Câmara de Representantes, conhecido como "Kamra tar-Rappreżentanti" em maltês, eleita por um sufrágio universal direto mediante voto simples a cada cinco anos, a menos que a câmara seja dissolvida pelo presidente em consulta com o primeiro-ministro. A câmara possui 65 representantes. Quando um partido obtém a maioria absoluta de sufrágios, mas não de seus membros, pode-se obter o que lhes faz falta para alcançar uma maioria parlamentar. A câmara de representantes elege o presidente do país a cada cinco anos. Os principais partidos políticos são o Partido Nacionalista de Malta e o Partido Laborista de Malta, este último social-democrata. Há um "partido verde" (Alternattiva Demokratika) e um de extrema direita (Imperium Europa), que não tem membros. O atual governista do partido nacionalista é o primeiro ministro do país, Lawrence Gonzi. Malta está subdividida desde 1993 em 68 concelhos locais ou localidades. Esta é a forma mais básica de divisão administrativa, não existindo níveis intermédios entre o nível nacional e os concelhos locais. A seguinte lista está dividida por ilha: Malta produz apenas 20% das reservas alimentares que consome, tem recursos de água potável limitados e nenhuma fonte de energia doméstica. Adivinha-se assim uma economia marcada pela dependência externa e de importações, sendo que a manufatura eletrônica e têxtil, e o turismo são as suas principais fontes de rendimento. A economia maltesa é baseada na indústria, no comércio e nos serviços financeiros que melhoram significativamente a economia do país. Malta tem grandes recursos tecnológicos. Assim, por estar localizada entre África e Europa, possui comércio de alto nível, com joalherias, bancos e restaurantes. As principais indústrias de Malta são a alimentícia, a eletrônica, a naval, a calçadista, a têxtil e a pesqueira, além de haver serviços financeiros na capital e nas principais cidades. A moeda oficial era a lira maltesa, até dezembro de 2007. O euro foi adotado como moeda oficial do país em 1 de janeiro de 2008. Estima-se que o Euro fará com que a economia maltesa cresça 12% ao ano, superando as taxas de crescimento da China, Coreia do Sul e Índia, além disso, o governo tenta liberar a exploração e o refino do petróleo. Devido ao seu limitado tamanho (316 km²) o país não tem espaço suficiente para a agricultura, sendo obrigado a importar vários produtos agrícolas. A previsão é de que a economia maltesa cresça 7,8% em 2007. A cultura maltesa reflete as influências variadas dos países a governaram até 1964, particularmente na Itália e no Reino Unido. Os costumes, lendas e folclores malteses são estudadas e categorizadas lentamente, como qualquer outra tradição europeia. Na catedral de San Juan, construída em 1577, pode-se apreciar a tela A Decapitação de São João, de Caravaggio, que viveu alguns meses na ilha, mas foi expulso sob acusação de homicídio. Na sede do Governo, localizado no antigo Palácio do Grão-Mestre do Armoria, podem-se apreciar mais de 5 mil quadros da Ordem Soberana e Militar de Malta. Em Valeta, a capital do país, localiza-se o Museu de Belas Artes, o Museu de Arqueologia, o Forte de Santo Elmo e Museu da Inquisição. O Museu Marítimo e o Museu do Grande Sítio de 1565 revelam o passado turbulento das pequenas ilhas. O Museu Nacional da Guerra e do Refúgio, da Segunda Guerra Mundial apresenta as informações presentes em conflitos mais recentes. As discotecas, restaurantes e clubes noturnos na cidade de St. Julian's estão abertas até as altas horas da madrugada. Em Gozo, podem-se apreciar a maioria dos templos pré-históricos em Malta, considerados como patrimônios mundiais pela UNESCO. Calcula-se que a literatura maltesa tenha quase dois séculos de idade. Por um longo período, a literatura maltesa referiu-se à tradição literária, atingindo o seu apogeu com os trabalhos do sacerdote Dun Karm Psaila, um artista com um grande domínio de sua arte, que mais tarde foi declarado um poeta nacional. Escritores como Ruzar Briffa e Karmenu Vassallo trataram, durante o século XX, a buscar novas alternativas para a rigidez temática e formal da versificação, mas apenas até os anos 60 a literatura maltesa sofreu sua transformação mais radical em todos os gêneros. A ansiedade, crise identidária, protestos, rebeliões e o engajamento social marcaram o período literário e dramático. Alguns poetas pendentes do século passado foram Mario Azzopardi, Victor Fenech, Oliver Friggieri, Joe Friggieri, Carlos Flores, Maria Ganado, Lillian Sciberras e Akill Mizzi. Na prosa destacam-se Frans Sammut e Joe Camilleri e entre os dramaturgos destacam-se Francis Ebejer, Alfred Sant e Oreste Calleja. Os escritores da nova geração consolidaram-se na busca de seus antecessores. Guze'Stagno, Karl Schembri e Clare Azzopardi rapidamente impuseram seu nome no campo literário. Entre os poetas contemporâneos incluem-se Adrian Grima, Immanuel Mifsud, Norbet Bugeja e Simone Inguanez. No campo acadêmico sobressaem os professores Peter Serracino Inglott, e Charles Briffa, da Universidade de Malta. o mesmo com o poeta Oliver Friggieri, que introduziu a perspectiva histórica e psicossocial e implicações filosóficas de um poder opressivo. Por sua parte, o professor e escritor Edward de Bono é conhecido por cunhar o termo pensamento lateral. As atividades culturais maltesas vão desde a aprendizagem mais pura do aramaico antigo até as classes de física mundialmente reconhecidas pelo professor Sr. Suarez. A cozinha maltesa é nascida da relação de longo prazo entre malteses e espanhóis que têm governado o arquipélago. A fusão de sabores deu à cozinha de Malta um sabor distinto dentro da cozinha mediterrânica. Embora tenha muitos pratos originais, muitas receitas também têm uma forte influência da culinária italiana (especialmente da Sicília) e turca. Alguns pratos tipicamete malteses são o biz-fiir zejt, gbejniet, pastizzi e Ross il-Forn. Na década de 1990, os esportes organizados em Malta renasceram graças à criação de diversas instalações atléticas, incluindo um estádio nacional e um pavilhão de basquetebol em Ta' Qali, assim como uma pista adequada para a prática de tiro com arco, rugby e beisebol. Em competições desportivas internacionais, os malteses tendem a apoiar as equipas britânicas e italiana. Em 1993 e 2003, Malta organizou os Jogos dos Pequenos Estados da Europa. Os principais malteses famosos são: África do Sul ·  Antígua e Barbuda ·  Austrália ·  Bahamas ·  Bangladesh ·  Barbados ·  Belize ·  Botswana ·  Brunei ·  Camarões ·  Canadá ·  Chipre ·  Dominica ·  Fiji ·  Gâmbia ·  Gana ·  Granada ·  Guiana ·  Índia ·  Ilhas Salomão ·  Jamaica ·  Kiribati ·  Lesoto ·  Malásia ·  Malawi ·  Maldivas ·  Malta ·  Maurícias ·  Moçambique ·  Namíbia ·  Nauru ·  Nigéria ·  Nova Zelândia ·  Papua Nova Guiné ·  Paquistão ·  Quénia ·  Reino Unido ·  Ruanda ·  Samoa ·  Santa Lúcia ·  São Cristóvão e Nevis ·  São Vicente e Granadinas ·  Serra Leoa ·  Seychelles ·  Singapura ·  Sri Lanka ·  Suazilândia ·  Tanzânia ·  Tonga ·  Trinidad e Tobago ·  Tuvalu ·  Uganda ·  Vanuatu ·  Zâmbia Ilhas Ashmore e Cartier ·  Ilha Christmas ·  Ilhas Cocos (Keeling) ·  Ilha Heard e Ilhas McDonald ·  Ilhas do Mar de Coral ·  Ilha de Norfolk Território Antárctico Australiano ·  Dependência de Ross ·  Ilhas Cook ·  Niue ·  Tokelau Akrotiri e Dhekelia ·  Anguilla ·  Bermudas ·  Gibraltar ·  Guernsey ·  Ilha de Man ·  Ilhas Caimão ·  Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul ·  Ilhas Virgens Britânicas ·  Jersey ·  Malvinas ·  Montserrat ·  Pitcairn ·  Santa Helena (inclui a ilha de Ascensão e a Ilha de Tristão da Cunha) ·  Território Antártico Britânico ·  Território Britânico do Oceano Índico ·  Turks e Caicos


Fonte: CIA Factbook, Wikipedia


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